Cupê BMW M3 une luxo e esportividade

O BMW M3 é uma festa para os olhos e um prazer para quem guia

O BMW M3 é uma festa para os olhos e um prazer para quem guia

Automóveis de luxo sempre despertam fascínio. Seja pelo design, pela tecnologia embarcada ou pelos seus (quase sempre) poderosos motores. Mesmo assim, entre os modelos denominados como "premium", ainda existe espaço para ir além em termos de desempenho e arrojo. É onde se insere o BMW M3. O cupê alemão aposta justamente na esportividade para conquistar seu mercado.

A quarta geração do modelo, lançada em setembro do ano passado, durante o Salão de Frankfurt, pode se gabar do virtuoso motor V8 para atrair os ricos -- embora nem sempre criteriosos -- consumidores do segmento. Esse é o primeiro motor oito cilindros da linha M, a preparadora esportiva da BMW. É um propulsor que ronca bem alto: os 420 cavalos rugem com força total a 8.500 rpm, e o torque máximo é de 40,8 kgfm a 3.900 rpm. Com esse "brinquedo", o M3 faz de zero a 100 km/h em 5,1 segundos, e atinge a velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente).

ÁLBUM DE FOTOS
Hernando Calaza/MegaAutos - Argentina
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Apesar de todo o poder cavalar, o propulsor é bem light: pesa 202 kg, 15 kg a menos que o seis cilindros da montadora. Já todo o cupê -- um modelo com 4,61 m de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,42 m de altura e 1,97 m de largura -- pesa 1.655 kg. Isso garante um dos grandes trunfos para a agilidade do veículo: a relação peso/potência é de apenas 3,8 kg/cv. A transmissão é manual de seis marchas e despeja a potência em conjunto com o diferencial autobloqueante (Variable M Limited-Slip Differencial). Segundo a marca bávara, isso enfatiza a vocação esportiva do cupê de duas portas.

O M3 traz de série elementos necessários em um carro deste segmento. Airbags frontais, laterais e de cortina; assentos dianteiros elétricos e traseiro rebatível; controle de cruzeiro; computador de bordo; faróis bixênon e de neblina, entre outros equipamentos.

Os rivais
O cupê disputa mercado com outros modelos igualmente instigantes e fruto de divisões esportivas de outras marcas alemãs que prometem mais rapidez nas arrancadas. É o caso do Mercedes-Benz C63 AMG, com motor 6.2 V8 de 463 cv e torque de 62,5 kgfm, que sai da imobilidade para os 100 km/h em 4,5 segundos, segundo a marca da estrela. Ainda mais rápido promete ser o Audi RS4, que precisa de 4,2 s para a mesma performance com seu propulsor 4.2 V8 de 420 cv e 43,9 kgfm.

Todos também têm 250 km/h como limite de velocidade. No preço, não se emparelham tanto. O M3 é fabricado na unidade de Regensburg, na Alemanha, e é ­vendido em terras brasileiras por R$ 480 mil. O RS4 custa próximo: R$ 481.800. Já o C63 AMG fica mais "em conta". Sai por US$ 195 mil (aproximadamente R$ 324 mil). Os preços em reais são os equivalentes pela conversão, e não levam em conta impostos e outros custos de importação. (por Bernardo Feital)

Brasil e Argentina firmam acordo automotivo

Brasil e Argentina firmaram acordo de comércio bilateral no setor automotivo até 2013, quando o intercâmbio deverá ser liberado. Pelo acordo, a Argentina poderá exportar US$ 2,5 por carro importado, enquanto o Brasil poderá exportar US$ 1,95 para cada dólar importado da Argentina.

Em nota, o governo do país vizinho afirmou que foi assinado um acordo de seis anos, a partir de 1º de julho, com monitoramentos trimestrais para avaliar as variáveis de investimento, produção e comércio. "Ao cumprir-se o quinto ano, em julho de 2013, se ingressará em uma etapa de comércio setorial sem restrições", diz o comunicado. O acordo foi assinado pelo secretário de Indústria da Argentina, Fernando Fraguío, e pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento do Brasil, Ivan Ramalho.

De janeiro a abril deste ano, a Argentina exportou US$ 1,098 bilhão em veículos automotores, contra US$ 660 milhões no mesmo período de 2007. Já o Brasil exportou à Argentina no primeiro quadrimestre US$ 895 bilhões, ante US$ 595 bilhões no mesmo período do ano passado. Os dois países devem aumentar seus investimentos a fim de chegar a uma produção anual de 6 milhões de veículos no prazo de seis anos.

Novo Ka europeu será revelado em Paris

Informações preliminares indicam que a Ford decidiu revelar a nova geração do Ka europeu no Salão de Paris, que acontece em outubro, para logo depois colocá-lo definitivamente no mercado.

Ford Ka europeu - foto Reprodução

Ford Ka europeu - foto Reprodução

Ford Ka europeu - foto Reprodução
Ka europeu: detalhes revelados pela revista britânica "AutoExpress"

O modelo, que deve compartilhar a plataforma com o Fiat 500, será produzido na Polônia, e terá uma versão 1.4 turbo de 150 cv (cavalos) de potência. O Ka europeu também debutará em grande estilo no próximo filme de James Bond, "Quantum of Solace", com estréia mundial prevista para 7 de novembro.

Ferrari mostra novas imagens do California

Recentemente, o presidente da Ferrari Luca di Montezemolo realizou um teste drive que deixaria qualquer apaixonado por carros realizado. Em primeira mão, ele testou a Ferrari California, lançamento esperado para o Salão de Paris. O esportivo mede 4,56 metros de comprimento, tem 1,9 metro de altura e 2,7 metros de distância entreeixos. No porta-malas, a capacidade é de 360 litros, número que diminui para 260 litros com a capota recolhida. Há várias configurações possíveis para a acomodação da bagagem.

O executivo só elogiou a criação, dizendo estar extremamente satisfeito com a obra, em termos de design e de desempenho. Neste último quesito, não podia ser para menos. O California traz um motor V8 4.3 de 460 cv de potência a 7.500 giros com localização central e

Carros potentes são o destaque do Salão de Genebra





A Mercedes-Benz divulgou nesta sexta-feira (8) imagens dos novos superesportivos SL 63 AMG e SL 65 AMG. Os carrões de luxo fazem parte da família SL-Class, valorizando esportividade, conforto e potência.
O SL 63 AMG vem equipado com motor 6.3 V8, com 525 cavalos de potência. Já o modelo SL 65 AMG conta com 612 cavalos de potência e um motor biturbo 6.0 V12.

Os superesportivos têm também o novo sistema de transmissão AMG Speedshift MCT 7, que alia o "melhor de dois mundos": a resposta ágil e esportiva da transmissão manual, com a conveniência e o conforto de um câmbio automático.

Os modelos serão lançados na Europa em abril deste ano, com preços salgados. O modelo SL 63 AMG custará €145.239 (cerca de R$ 370.081), e o SL 65 AMG será vendido por €221.518 (R$ 564.447).

Foto: Divulgação
Os superesportivos conversíveis SL 63 AMG e SL 65 AMG (Foto: Divulgação)

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Os veículos são equipados com um novo sistema de transmissão que une a agilidade das transmissões manuais e o conforto dos câmbios automáticos (Foto: Divulgação)

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O modelo SL 63 AMG custará €145.239 (cerca de R$ 370.081) (Foto: Divulgação)

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O SL 63 AMG vem equipado com um potente motor 6.3 V8, com 525 cavalos (Foto: Divulgação)

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O superesportivo SL 65 AMG será vendido por €221.518 (R$ 564.447) (Foto: Divulgação)

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Luxo e requinte no interior do SL 65 AMG (Foto: Divulgação)

Peugeot lança linha 2008 do 407 no Brasil





Carsale - Após desovar todo o estoque da linha 2007 do sedã 407, a Peugeot passa a oferecer a linha 2008 do modelo. E ela chega à rede de concessionárias da marca com novidades, mais precisamente a versão de entrada "Allure", oferecida nas configurações sedã e perua, equipadas com motor 2.0 litros, e com preço sugerido ao consumidor de R$ 87.500 e R$ 106.500, respectivamente. A "Allure" junta-se às opções de acabamento "Feline" (intermediária) e "Griffe" (topo de linha), disponíveis tanto para o três volumes quanto para a perua.

A lista de equipamentos de série da versão de entrada inclui bancos revestidos de tecido aveludado e forração de couro no volante e na manopla de câmbio, ar-condicionado digital com saída de ventilação traseira, computador de bordo, piloto automático com limitador e ajuste de velocidade cruzeiro. O pacote oferece ainda sensores crepuscular e de chuva, CD player com MP3 e comandos de som no volante, além de uma cortina no vidro traseiro, levantamento dos vidros e travamento das portas por controle remoto na chave.

O conjunto de equipamentos de segurança integra seis airbags - frontal duplo (motorista e passageiro), laterais dianteiros, tipo cortina dianteiro e traseiro - controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios a disco nas quatro rodas com ABS e gerenciamento de frenagem individual nas rodas (REF). A potência do propulsor 2.0l é de 143 cavalos, a 6.000 rpm, com torque máximo de 20 kgfm, a partir dos 4.000 rpm. A transmissão é automática seqüencial de quatro marchas.

Feline e Griffe

As versões intermediária e topo da gama 407 trazem bloco 3.0l V6 capaz de desenvolver 211 cv, a 6.000 rpm, e 29 kgfm, a 3.750 rpm; conectado a um câmbio automático seqüencial de seis marchas. O Feline é oferecido por R$ 140 mil, no sedã, e R$ 148.500, no familiar. Além dos equipamentos da "Allure", a "Feline" conta com bancos revestidos de couro, regulagem elétrica e aquecimento; ar-condicionado com duas zonas de refrigeração (bi-zone), espelhos retrovisres externos com rebatimento e interno eletrocrômico. As rodas são de liga leve e medem 17 polegadas. O equipamento de som conta com disqueteira para seis discos.

A "Griffe", que está disponível apenas na configuração sedã, traz os mesmos itens do pacote "Feline" mais painel com acabamento tipo titânio, rodas de liga leve de 18 polegadas, teto solar elétrico, equipamento de áudio JBL, faróis de xenônio com regulagem elétrica automática e mostrador central colorido. A lista conta ainda com lavador de faróis, alarme e dispositivo Bluetooth para telefonia móvel e sensor de estacionamento. Preço: R$ 158.500. A oferta de cores é limitada a apenas duas tonalidades: cinza Gris Aluminium e preto Noir.

Suspensão

As versões equipadas com motor 3.0 vêm com sistema de gerenciamento eletrônico da suspensão, que oferece nove parâmetros de amortecimento, e é capaz de diminuir o balanço da carroceria em arrancadas e frenagens, priorizando o conforto ou a esportividade dependendo da situação. Esses parâmetros entram em ação de acordo com a forma de conduzir o veículo e as condições de rodagem. O sistema também pode ser regulado por meio de um botão situado no console, que seleciona dois modos de ajuste, normal ou esportivo.

Carros agradam grandes famílias




Carros agradam grandes famílias

Dizem que os mercados maduros são aqueles que têm hábitos de consumo bem definidos. Peruas, por exemplo, são queridas na Europa, assim como as picapes nos EUA.

E no Brasil? Os compactos ainda dominam, mas, acima de R$ 50 mil, muitos consumidores ainda ficam em dúvida entre um sedã e uma minivan, ou entre uma perua e um hatch médio equipado. Com R$ 90 mil, essa dúvida só aumenta.

É aí que entram Citroën C4 Picasso e Honda CR-V. Aparentemente, os dois carros são bem diferentes. Mas eles têm mais coisas em comum do que o preço. Comprimento, largura, altura. Tudo é parecido para fazer a alegria de quem busca espaço para uma grande família.

Bem, depende da família. Se for daquelas enormes, do tempo que ainda nem havia TV, só a C4 será benevolente. Tem sete lugares independentes e uma enorme área envidraçada, que ajuda a dar a impressão de mais espaço interno que o Honda.

Ele, por sua vez, está a alguns centímetros a mais do chão e vai melhor em estradas de terra --das que dão acesso ao sítio.

Mas é no asfalto, onde os dois, na prática, circulam, que as diferenças são mais notadas. Primeiro pela posição de dirigir. O C4 lembra a sua genitora, a Xsara Picasso, que continua em linha e fazendo sucesso.

Na nova, o volante continua baixo, mas agora tem miolo fixo, como no C4 Pallas. Está lá mais para dar um ar moderninho do que funcional.

Há comandos de som e do controlador de velocidade, mas que confundem o motorista de primeira viagem. Alguns até esbarram nos botões e, entre uma manobra e outra, acabam mudando a estação de rádio.

"Frufru"

Na parte superior da coluna de direção está a alavanca do câmbio automático de quatro marchas, como naqueles Landau de três marchas manuais.

Suas trocas são até rápidas para uma minivan. Foram reescalonadas e deram vida a duas hastes atrás do volante. É o tal "ar moderninho" de novo.

O Honda não tem nada disso. É racional, como todo bom carro japonês, e troca o "frufru" pelo excelente acabamento.

Plásticos e emendas de painel são bem feitos, assim como o volante, que não é de couro, mas tem textura agradável.

Feio só o freio de estacionamento, acionado por um pedal à esquerda, como nas picapes americanas. Ele fica ainda mais estranho se for comparado ao sistema eletrônico da Picasso.

Basta colocar em "P" (parking) e o freio está acionado. Quer sair? Engate "D" (drive) e acelere. Você ouvirá um rangido, como se estivesse andando com o freio de mão puxado. Pura impressão: é o tempo (meio segundo, talvez) que o sistema leva para entender que você quer realmente arrancar.

Até os pesos de C4 e CR-V são equivalentes --1.560 kg da Picasso e 1.595 kg do Honda. E, com motores também equivalentes, o desempenho na pista está bem parecido, aponta o teste Folha-Mauá.

Seu motor 2.0 de 150 cv (cavalos) leva o Honda a 100 km/h em 13s, apenas 30 décimos de segundo mais rápido que o Citroën, que também usa um motor 2.0 (143 cv). E o teste está só começando...

Carros da Ganassi lideram

Carros da Ganassi lideram
Scott Dixon e Dan Wheldon têm sido os principais dominadores da primeira hora das 500 Milhas de Indianapolis. Os pilotos da Ganassi Racing lideraram quase todas as voltas.

A primeira hora terminou com a terceira intervenção do "pace-car". Tony Kanaan tem sido o único que tem acompanhado o andamento dos dois carros da equipa de Chip Ganassi. O seu colega na AGR, Marco Andretti, foi ultrapassado à poucas voltas por Tomas Scheckter, que fez a maior recuperação.


Darren Manning, da Foyt Enterprises, subiu para sexto lugar com as últimas paragens, enquanto os carros da Penske têm-se atrasado, e Danica Patrick teve uma roda mal apertada no seu carro na última ida à boxe. Graham Rahal e Marty Roth já embateram contra a parede e abandonaram.


carros antigos

Mato Grosso do Sul, Sábado, 24 de Maio de 2008 - 11:21


Carros antigos chamam a atenção do público do Moto Road


Divulgação
A exposição de carros antigos realizada pelo Clube de Colecionadores de Veículos Antigos do Pantanal, já está atraindo a atenção do público do Moto Road logo no primeiro dia de evento.

Adilson Ribeiro dos Santos é de Campo Grande e trabalha em uma fazenda a alguns quilômetros distante da cidade. É a primeira vez que ele vê de perto modelos clássicos como um Chevrolet Cabeça de Cavalo bege, de 1928, que foi um dos primeiros carros adquiridos para a coleção. “É muito bonito mesmo. A gente tem que valorizar esse tipo de exposição, porque é muito difícil manter esses carros tão intactos”, comenta Adilson.

O auxiliar de obras, João Almeida, também estava admirando os carros e para ele foi uma oportunidade única. “Eu vim para o Moto Road porque eu sou apaixonado por motociclismo, mas esta exposição de carros antigos está de encher os olhos também”, disse João.

Os carros vão ficar expostos até o dia 25 de maio, último dia de evento. Ao todo são 38 veículos de diferentes épocas e modelos.

Mercedes, VW e BMW a diesel, automóveis ligeiros ou tourings, têm sido os mais importados

Mercedes, VW e BMW a diesel, automóveis ligeiros ou tourings, têm sido os mais importadosCarros usados em bom estado, com pouco quilómetros, até três anos de idade, a diesel e a um bom preço. Estas são algumas das características que muitos particulares procuram quando pretendem comprar um carro em segunda mão. No entanto, mesmo recorrendo aos automóveis usados, sobretudo nas gamas médias e alta, nem sempre o desconto é tão grande face ao preço de um zero quilómetros da mesma marca, refere o «Diário Económico». Ir ao estrangeiro comprar um carro é sempre uma hipótese mas a dúvida subsiste: será que compensa? A resposta não é imediata.

«Comprar um usado importado e a diesel, segundo os dados dos últimos anos, (hoje há pequena diferença entre o preço do gasóleo e da gasolina) e que tenha entre quatro ou mais anos pode valer a pena. Mas coloca-se sempre a questão da qualidade do veículo em aquisição», adiantou ao mesmo jornal o presidente da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA), António Ferreira Nunes.

O responsável acrescentou que «as marcas Mercedes, VW e BMW a diesel, automóveis ligeiros ou tourings, têm sido os carros mais importados».

Actualmente, os factores como a idade do automóvel, a cilindrada e as emissões de CO2 interferem na carga fiscal a aplicar para legalizar o carro em Portugal, ou seja, no preço final a que o automóvel vai sair, e nem sempre compensa, adianta o «DE».

Para o presidente da ANECRA, «nunca é aconselhável adquirir um usado com mais de 4 ou 5 anos. Doutro modo adquire-se um produto caro, muito desactualizado tecnologicamente».

Ladrão de carros usava GPS para achar vítimas


Carros Tunados

carros tunados que alcançam países

Esse é o Carro


olha esse carro

Carro Tunado

isso que é carro tunado

Carros em destaque "Bandida" AUDI

Bandida - Março/2008

Fotos e Texto: Fabio Aro

Quanto Rodolfo viu o lançamento da Audi RS2 - a perua mais rápida do mundo - na cidade de Campos de Jordão em 1995, sempre sonhou em um dia ter uma. E este sonho foi realizado em 2002 quando vendeu seu Celta Turbo e um Audi A3 para comprar uma das 30 unidades que ainda rodam no Brasil, dentre as 68 que vieram ao país.

A perua conta com powertrain, freios, retrovisores, posição de placa traseira e toda a tecnologia emprestada da irmã alemã Porsche. O motor é um 5 cilindros 2.2 litros sobrealimentado por um turbocompressor que originalmente tinha 315hp e, aliada à tração integral, fazia 0-100km/h em 4.8s e chegava à velocidade máxima de 262km/h, limitada eletronicamente.

Rodolfo é preparador da MDM Performance, especializada em Audi, Porsche e importados em geral, e a bela Avant não escapou de um upgrade: Turbina Híbrida, caracol Mustang .63 com eixo 53mm, rotor 52mm com tampa .60, pressão aumentada para 1.5 bar. Para alimentar o “monstrinho”, 5 bicos injetores Bosch de alta impedância trabalhando com 4 bar, tubo do MAF com diâmetro maior, 3 bombas de Gol GTi e 4 Dynamica. Os levantes de escape dos comandos de válvulas foram alterados e o Intercooler foi trocado por um maior.

Para poder liberar a potência extra, o escape foi feito em 3”com dois abafadores e para passar tudo isso ao chão, o disco de embreagem foi trocado por um de cerâmica. O acerto de todas essas modificações foi feito através de um Piggy-back SMT6 da Perfect Power, ligada diretamente à central de injeção do carro.

O resultado são 472hp que, transferidos para as quatro rodas ao mesmo tempo, significam performance impressionante. Os amortecedores foram substituídos por Koni reguláveis e para segurar o “caminhão”, o kit de freios – que já são eficientíssimos foram substituído por outros também de Porsche; Os discos são 330x34mm de Porsche 996TT e as pinças são especialista Brembo composta por quatro pistões de Porsche 993TT.

O som do carro é modesto, porém mais que suficiente para uma máquina feita para correr, contando com Sub, módulo e Napoli DVD-TV 3036. Esteticamente, o carro é praticamente original. Conta com um kit xenon e as rodas e emblema dianteiro foram pintados de preto que, em conjunto com a película escura, deixam o carro com um verdadeiro aspecto “bandido”.


som


esse é o som

Cantando Pneu


esse carro é veloz

Fuscão do Km de Arrancada

o Fuscão venceu o Km de arrancada